AMAERJ | 02 de outubro de 2026 18:01

Prêmio AMAERJ presta homenagem póstuma a desembargadores Roberto Felinto e Maria Aglaé Vilardo

Familiares de Roberto Felinto e Maria Aglaé Vilardo receberam as homenagens

O Troféu Hors Concours do 15º Prêmio AMAERJ de Direitos Humanos – Patrícia Acioli foi concedido, post-mortem, ao desembargador Roberto Felinto (1940-2025), por sua trajetória marcada pelo compromisso com o Poder Judiciário e o movimento associativo da Magistratura. Na solenidade desta quinta-feira (1º) também foi prestada homenagem póstuma à desembargadora Maria Aglaé Tedesco Vilardo (1966-2026), em reconhecimento à sua atuação em defesa dos direitos fundamentais.

Receberam o Troféu Hors Concours a viúva do desembargador Roberto Felinto, Márcia Imbuzeiro Felinto, e o filho do homenageado, Roberto Imbuzeiro Felinto.

Presidente da AMAERJ no biênio 2008-2009, Roberto Felinto foi uma das principais lideranças do movimento associativo da Magistratura. O desembargador faleceu em 1º de agosto de 2025, aos 84 anos.

O desembargador Ricardo Alberto Pereira, diretor da AMAERJ de Relações Institucionais e Assuntos Legislativos, discursou na homenagem por vídeo. “Roberto Felinto foi um grande homem, sempre se dedicou à Magistratura pelo movimento associativo. Ele tinha o dom de compartilhar, de buscar as pessoas, de ensinar. O nosso querido Roberto Felinto não vai ser esquecido, ele vai viver em nosso coração e em tudo o que a Associação carrega”, afirmou.

Desembargador Ricardo Alberto Pereira

A placa em homenagem à desembargadora Maria Aglaé Tedesco Vilardo foi entregue à irmã da magistrada, Maria Teresa Tedesco Vilardo, ao filho Giovanni Vilardo e à sobrinha Isadora Vilardo.

Magistrada do TJ-RJ por 33 anos, Maria Aglaé foi premiada no 2º Concurso Nacional de Decisões Judiciais e Acórdãos em Direitos Humanos, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A desembargadora faleceu no último dia 18, aos 60 anos.

A desembargadora Maria Cristina de Brito Lima frisou que a homenageada era uma árdua defensora dos direitos humanos.

“Sua ausência nos entristece, mas sua vida nos oferece muito a recordar e a agradecer. Permanecem as decisões que proferiu, as aulas que ministrou, as pesquisas que desenvolveu e os projetos de formação que ajudou a construir. A melhor maneira de honrar essa contribuição é dar continuidade ao que ela nos ensinou a valorizar: o estudo responsável, o diálogo entre diferentes saberes, o respeito à dignidade humana e atenção a quem precisa de proteção”, disse.

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