terça, 23 de julho de 2019

AMAERJ | 12 de maio de 2017 16:01

‘Regras de transição não atendem ao funcionalismo’, diz presidente da AMAERJ sobre Reforma da Previdência

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A Comissão Especial da Reforma da Previdência aprovou, na terça-feira (9), o relatório do projeto (PEC 287/16). A proposta segue para o Plenário da Câmara. A presidente da AMAERJ, Renata Gil, afirmou que as associações de magistrados atuarão com outros segmentos da sociedade contra os pontos negativos do projeto. “As regras de transição não atendem ao funcionalismo público, é uma mudança da regra do jogo no meio do jogo. As carreiras estão imbuídas no espírito de convencer o governo e os parlamentares de que o texto é ruim.”

Para o presidente da AMB, Jayme de Oliveira, a proposta precisa de análise, como o regime de transição e o sistema de pensão.

“No Plenário a situação é muito diferente, há resistência a essa reforma desumana, injusta e que destrói o sistema previdenciário brasileiro. Todas as associações irão trabalhar para rejeitar a proposta ou que, pelo menos, sejam aprovados os destaques que minimizem o impacto.”

Os presidentes de outras associações concordam que a categoria e a sociedade precisam se mobilizar para discutir o texto com os deputados. Para ser aprovada a Reforma da Previdência precisa de 308 votos favoráveis.

Leia também: Entidades de juízes, procuradores e promotores criticam reforma da Previdência

Assista à reportagem produzida pela AMB:

Comentários

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Sávio Jáder de Souza 2017-05-15 13:50:20

Tem o meu aplauso a iniciativa. Poderíamos inserir como prêmio aos servidores que contassem tempo máximo para se aposentar de cinco anos, ser agraciado com a possibilidade de trabalhar por menos dois dias na semana (tqq). Isto resultaria em uma mão de obra mais qualificada por mais tempo na ativa com uma produção melhor. Pois assim como em uma maratona, o segredo não é o tempo de dedicação ao esporte, e sim o descanso na dosagem certa.

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