
A AMAERJ é a ponte entre os magistrados e a Comissão de Políticas Institucionais para Eficiência Operacional e Qualidade dos Serviços Judiciais (COMAQ). A 2ª vice-presidente, juíza Ana Beatriz Estrella, representa a Associação na COMAQ e leva as demandas dos juízes. “A atuação da AMAERJ parte da escuta dos anseios dos colegas do primeiro grau, porque são eles que vivenciam diariamente os desafios da prestação jurisdicional”, afirmou a magistrada.
Ao todo, 17 magistrados compõem a COMAQ. Além da juíza Ana Beatriz Estrella, integram a Comissão os desembargadores Jacqueline Montenegro (presidente), Alexandre Teixeira, Maria Helena Machado e Cláudia Motta; e os juízes Alessandra Bilac, João Felipe Mourão, Márcia Hollanda, Bruno Rulière, Paula Feteira, Leonardo Grandmasson, Ana Helena Valle, Admara Schneider, Renata Medina, Andreia Magalhães, Adriana Laia e Simone Lopes da Costa.
A juíza Ana Beatriz Estrella frisou que a AMAERJ ouve, acolhe e apresenta as demandas dos magistrados na Comissão.
“Esse diálogo aberto com a Presidência e com os demais integrantes é fundamental para que possamos avançar em soluções reais, que melhorem as condições de trabalho dos magistrados e, consequentemente, a qualidade da Justiça entregue à sociedade”, destacou a representante da Associação.
Presidente da COMAQ desde 2025, a desembargadora Jacqueline Montenegro definiu as metas da Comissão para este ano. “Teremos três pontos importantes: o primeiro é a consolidação dos Núcleos, de maneira que se tornem uma ferramenta efetivamente útil, não só para a Administração do Tribunal, mas também, aqueles que são os destinatários do nosso serviço; o segundo é avançar para o interior, equilibrando a distribuição de processos; e o terceiro, a criação de uma central para apreciação de medidas protetivas em casos de violência doméstica, reduzindo a demora atual”, disse a desembargadora.

Em publicação divulgada pela COMAQ, a presidente da Comissão afirmou que o maior desafio é gerir um grande volume de processos com poucos magistrados e servidores. A desembargadora ressaltou a importância do o diálogo com os juízes.
“Não há planejamento possível para o primeiro grau sem conversar com o primeiro grau. Não adianta eu planejar aqui se eu não contar com o retorno e colaboração dos magistrados e advogados que lidam diretamente com o jurisdicionado. A COMAQ busca encontrar a melhor forma de prestar a jurisdição. E isso só é possível quando atendemos bem o juiz e todos os usuários da Justiça”, afirmou a desembargadora Jacqueline Montenegro. Confira aqui a entrevista completa da presidente da COMAQ.
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