Notícias | 02 de dezembro de 2015 13:50

Prêmio Innovare: TJ-RJ já venceu cinco vezes

O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro já venceu cinco vezes o Prêmio Innovare em 12 anos de premiação. A condecoração mais recente foi ontem (1), quando o juiz Sergio Luiz Ribeiro de Souza, titular da 4° Vara da Infância, da Juventude e do Idoso da capital do Rio, venceu com o Programa de Apadrinhamento, após concorrer com 76 inscritos, na categoria Juiz. Também já ganharam os magistrados Murilo Kieling, Marilene Melo Alves e Adriana Ramos de Mello, além do próprio TJ-RJ.

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A primeira vez foi em 2007, quando o juiz Murilo Kieling venceu com o projeto “O Juizado Especial Criminal como Garantia de Segurança para o Cidadão-Consumidor-Torcedor”, buscando a pronta intervenção do Poder Público para reprimir os excessos dos torcedores, com a rápida aplicação de medidas punitivas aos infratores.

No ano seguinte, o TJRJ voltou a ganhar o Prêmio Innovare, desta vez na categoria Tribunal. Com um projeto que garante uma ajuda de custo a peritos que atuam nos processos em que há gratuidade de justiça, o TJ conseguiu acelerar o julgamento de milhares de ações que dependiam de perícias técnicas.

Em 2011, a desembargadora Marilene Melo Alves foi premiada com o “Programa de Mediação em Comunidades Atendidas pelas Unidades de Polícia Pacificadoras – Upps”. Trata-se de um programa de capacitação de policiais que integram as Unidades de Polícia Pacificadoras (UPPs), responsáveis por mediar conflitos entre moradores das comunidades.

No ano passado, a juíza Adriana Ramos de Mello, titular do I Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher e coordenadora da campanha “Justiça Pela Paz em Casa”, recebeu o prêmio pelo Projeto Violeta, que tem como objetivo garantir a segurança e a proteção máxima da mulher vitima de violência doméstica e familiar.

Com cerca de cinco mil práticas inscritas e mais de 150 premiados, o Prêmio Innovare abre espaço para iniciativas de sucesso nas categorias Tribunal, Juiz, Ministério Público, Defensoria Pública e Advocacia, com tema livre e desenvolvidas por quem atua nesses segmentos.

Fonte: TJ-RJ