
Os finalistas do 15º Prêmio AMAERJ de Direitos Humanos – Patrícia Acioli na categoria Práticas Humanísticas abordam a proteção dos que atuam em defesa dos direitos humanos, a geração de impacto positivo na comunidade, o acolhimento de jovens na transição para a maioridade, a inclusão social e o fortalecimento da cultura. A premiação acontecerá na próxima quinta-feira (1º de outubro).
Os trabalhos finalistas foram escolhidos pela Comissão Julgadora formada pelos professores Cristiano Santos, Flavia Alessandra de Souza e Núbia Ramos.
Confira os trabalhos, listados em ordem alfabética:
“Centro de Proteção Integral (CEPI): iniciativa da Justiça Global para a realocação temporária e a proteção integral para defensoras e defensores de direitos humanos da América Latina e Caribe”
O projeto é o primeiro espaço de realocação temporária no Brasil voltado à América Latina e
Caribe, acolhendo defensores de Direitos Humanos em situação de perseguição, ameaça ou
esgotamento extremo. A autora é Daniele Duarte Gomes.
“Coletivo Força Tururu: comunicação, formação a incidência”
A iniciativa tem por objetivo multiplicar saberes e oportunidades por meio da comunicação, da formação e da incidência. Mesmo com apenas oito integrantes, fortalece territórios, forma comunicadores populares, impulsiona direitos, debates, leis e novos coletivos. O autor é André Luiz Fidelis de Azevedo.
“Esperançando”
Projeto de extensão que apoia jovens em acolhimento institucional entre 14 e 21 anos na transição para a maioridade. A ação, que une afeto e governança intersetorial, atua em educação, cidadania, moradia e renda com foco em autonomia e na quebra de ciclos de exclusão. A autora é Alice Lameira Farias.
“Imperadores da Baixada”
A iniciativa promove inclusão social e valorização da cultura junina na Baixada Campista, com quadrilha adaptada para pessoas com deficiência e crianças atípicas, fortalecendo autoestima, convivência e
cidadania. A autora é Iara Silva Lima Alexandrino.
“Slam Fundão – batalha de poesia”
Movimento cultural de propagação da literatura e poesia falada através das batalhas de poesia. O projeto tem encontros mensais na cidade de Guarulhos, em São Paulo, e tem como principal eixo de articulação as oficinas de escrita criativa em escolas da região. O autor é Adams Cardozo de Pontes Sa.
Premiação
Os vencedores serão revelados na solenidade de premiação, na quinta-feira (1º de outubro), às 18h, no Auditório Desembargador Antônio Carlos Amorim, no 4º andar do Fórum Central do TJ-RJ (Avenida Erasmo Braga, nº 115, 4º andar, Centro do Rio).
Confira aqui todos os finalistas do Prêmio.
O primeiro lugar de cada categoria ganhará R$ 17 mil; o segundo, R$ 12 mil; o terceiro, R$ 6 mil. Os três primeiros colocados receberão troféus. Os demais finalistas serão homenageados com menções honrosas.
Criado em 2012, o Prêmio homenageia a memória da juíza Patrícia Acioli, morta por policiais militares em 2011, quando era titular da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo. A premiação visa identificar, disseminar e estimular as ações em defesa dos direitos humanos, dando visibilidade a práticas e trabalhos na área.
O Prêmio tem apoio do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) e da Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (EMERJ). Os patrocinadores são a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a Multiplan e a Prefeitura do Rio.
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