Brasil | 28 de janeiro de 2026 14:34

Posse do desembargador Claudio Brandão na presidência do Colégio de Corregedores será no TJ-RJ

Desembargador Claudio Brandão

O corregedor-geral da Justiça do Rio de Janeiro, desembargador Claudio Brandão, tomará posse como presidente do Colégio de Corregedoras e Corregedores da Justiça do Brasil (CCOGE) em 10 de fevereiro. A solenidade acontecerá às 17h no Plenário Ministro Waldemar Zveiter, no Fórum Central do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ).

Junto ao magistrado, serão empossados na Comissão Executiva do CCOGE os corregedores Marcus da Costa Ferreira, de Goiás, no cargo de 1º vice-presidente; e Ana Lúcia Lourenço, do Paraná, no cargo de 2ª vice-presidente. O mandato é de um ano.

A cerimônia também dará posse à nova Administração do Fórum Fundiário Nacional. Serão integrantes os desembargadores Anderson Máximo de Holanda, corregedor do Foro Extrajudicial do TJ de Goiás, que será o novo presidente; e Maria Elvina Gemaque Taveira, corregedora do Pará, que será empossada vice-presidente.

A eleição aconteceu durante o 96º Encontro Nacional de Corregedoras e Corregedores da Justiça do Brasil (Encoge), realizado em novembro no TJ-RJ.

Corregedores reunidos no 96º Encoge, no TJ-RJ | Foto: Rosane Naylor

O corregedor Claudio Brandão sucederá na presidência do CCOGE o desembargador Gilberto Barbosa, do Tribunal de Rondônia.

Magistrado há 33 anos, Claudio Brandão é desembargador desde 2009. Foi corregedor e presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ), entre 2019 e 2021, e assumiu a Corregedoria-Geral da Justiça do Rio em fevereiro de 2025.

Corregedor Claudio Brandão com desembargador Gilberto Barbosa, presidente do CCOGE em 2025 | Foto: Rosane Naylor

CCOGE

Fundado no Rio de Janeiro, no Hotel da Glória, em 1994, o CCOGE tem como missão o aperfeiçoamento e a melhoria da prestação dos serviços judicial e extrajudicial no âmbito do 1º grau de jurisdição.

Entre suas atribuições estão a fixação de diretrizes, uniformização de métodos e critérios administrativos, respeitada a autonomia e as peculiaridades regionais; o incentivo e o intercâmbio de boas práticas adotadas pelas corregedorias gerais; o estudo e o aprofundamento das questões relacionadas à atividade correicional; o debate de problemas e a proposição de soluções à Corregedoria Nacional de Justiça; bem como a defesa da autonomia administrativa e financeira das corregedorias gerais.

Com foro em Brasília, o CCOGE tem sede administrativa na capital do estado no qual o presidente exerce a Magistratura.

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