“Já não há mais tempo nem espaço para a ultrapassada divisão entre juízes e desembargadores, que existe apenas para delimitação da hierarquia funcional. A nova AMAERJ se propõe a apresentar medidas concretas de democratização interna. Uma delas é a participação de juízes – que têm por dever apresentar resultados e cumprir metas – nas diversas comissões internas e externas com impacto direto na qualidade e efetividade da prestação jurisdicional”, afirmou.
Renata Gil apontou a importância da Justiça para garantir a estabilidade democrática e afirmou que o Rio de Janeiro dispõe do melhor quadro de juízes do Brasil. “A ética, que deve nortear a ação dos entes republicanos, está soprando a corrupção para as profundezas dos oceanos, trazendo a retidão e a probidade como poderosas correntes.O amadurecimento da democracia é oriundo da evolução progressiva dos Poderes Legislativo e Executivo, justificando o crescimento do Judiciário, para equilíbrio do sistema. Tenho orgulho de dizer que temos o Poder Judiciário estadual mais bem equipado do País, com instalações dignas e magistrados preparados. O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro é eleito, há seis anos, o mais produtivo do Brasil, pelo Conselho Nacional de Justiça.”
A nova presidente afirmou que, em sua gestão, pretende r
ecuperar o protagonismo da AMAERJ e sua posição de destaque e proeminência no cenário nacional. O presidente substituído, juiz Rossidélio Lopes, disse que o biênio será de muitas dificuldades e pediu o apoio dos magistrados à nova diretoria.
“A hora é de fortalecer a instituição e de os juízes se unirem em torno de Renata. É um momento de muito diálogo e conversa. A AMAERJ está muito bem entregue nas mãos de Renata Gil”, afirmou Rossidélio.