Notícias | 28 de outubro de 2026 16:11

Corregedores de todo o país discutem as centrais de processamento

Foto: Rafael Oliveira/TJ-RJ

O encontro “Conectando Soluções: a centralização como estratégia de modernização nos Tribunais” reuniu corregedores, magistrados e representantes de tribunais de diversas regiões do Brasil, nesta segunda (26) e terça-feira (27). Promovido pela Corregedoria Geral da Justiça do Rio de Janeiro e pelo Colégio de Corregedores e Corregedoras da Justiça do Brasil (CCOGE), o evento foi sediado no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ).

O objetivo do encontro foi promover o intercâmbio de experiências entre os tribunais e discutir estratégias para integrar pessoas, processos e tecnologias, com foco no aprimoramento da prestação jurisdicional. Além do TJ-RJ, participaram do evento representantes dos tribunais do Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.

No evento, o desembargador Cláudio Brandão de Oliveira apresentou o trabalho da Central de Processamento da Corregedoria Geral do Rio de Janeiro (CEPROC) e realizou um balanço do primeiro ano utilizando o CEPROC. “Nas varas cíveis, o tempo de movimentação dos processos que, inicialmente, era de 93 dias, diminuiu para 44 dias. Nas varas de Fazenda Pública, reduzimos de 34 para 32 dias. E, nas varas empresariais, passamos de 178 dias, em média, para 35. O acervo de processos da capital, de setembro de 2025 até setembro de 2026, foi reduzido de 42 mil para 24 mil, nas varas empresariais”, explicou.

O juiz auxiliar da Corregedoria Geral do Rio de Janeiro, Josué de Matos Ferreira, explicou o objetivo do evento. “O formato que nós propusemos, o de oficinas, tem o objetivo de abrir o espaço para o diálogo. O espírito é de colaboração, queremos que seja um dia produtivo, não apenas um dia de apresentação, mas um dia em que realmente aprendamos uns com os outros e consigamos alcançar bons resultados”, destacou.

Foto: Felipe Cavalcanti/TJ-RJ

Na terça-feira (27), ocorreram diferentes oficinas, nas quais corregedores e representantes de tribunais de todo o país compartilharam experiências e boas práticas sobre centralização, gestão, cumprimento de sentenças e uso de tecnologias para modernizar e aprimorar o trabalho do Judiciário.

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