AMAERJ | 22 de setembro de 2026 11:40

Juízas do Rio de Janeiro e do Paraná concorrem ao Prêmio AMAERJ de Direitos Humanos – Patrícia Acioli

O cuidado com idosos em situação de vulnerabilidade, a inserção no mercado de trabalho de adolescentes atendidos pela Vara da Infância e Juventude (VIJI) e a assistência às vítimas de violência doméstica são os temas finalistas da categoria Trabalhos dos Magistrados do 15º Prêmio AMAERJ de Direitos Humanos – Patrícia Acioli. Concorrem as juízas Heloísa Krol e Noeli Reback, do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR), e Rafaela de Oliveira, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ). A premiação acontecerá em 1º de outubro.

Os trabalhos finalistas foram selecionados pela Comissão Julgadora, formada pelos juízes Antonio Aurélio Abi Ramia (diretor de Assuntos Jurídicos da AMAERJ), Felipe Gonçalves (presidente da Associação no biênio 2020-2021) e Rubens Sa Viana Junior (diretor adjunto da AMAERJ).

Confira os trabalhos, listados em ordem alfabética:

“Cuidar Juntos”
O projeto tem como objetivo promover o entendimento entre as famílias acerca do cuidado com idosos em situação de vulnerabilidade por meio das práticas restaurativas e da mediação. A autora é a juíza Heloísa da Silva Krol Milak, do TJ-PR.

“Projeto Jovem Cidadão no Mercado de Trabalho – Inclusão e desenvolvimento”
A iniciativa proporciona o desenvolvimento pessoal e profissional de adolescentes em situação de vulnerabilidade social, visando encaminhá-los para contratação profissional em empresas do município. A autora é a juíza Noeli Salete Tavares Reback, do TJ-PR.

“Rede Viva de Proteção”
O projeto é voltado à construção de modelo permanente de monitoramento judicial ativo, acompanhamento das vítimas e integração entre o Poder Judiciário e a Rede Municipal de Proteção. A autora é a juíza Rafaela de Freitas Baptista de Oliveira, do TJ-RJ.

Premiação
Os vencedores serão revelados na solenidade de premiação, no dia 1º de outubro, às 18h, no Auditório Desembargador Antônio Carlos Amorim, no 4º andar do Fórum Central do TJ-RJ (Avenida Erasmo Braga, nº 115, 4º andar, Centro do Rio).

Confira aqui todos os finalistas do Prêmio.

Na categoria Trabalhos dos Magistrados, não haverá premiação em dinheiro. Os três primeiros colocados receberão troféus.

Criado em 2012, o Prêmio homenageia a memória da juíza Patrícia Acioli, morta por policiais militares em 2011, quando era titular da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo. A premiação visa identificar, disseminar e estimular as ações em defesa dos direitos humanos, dando visibilidade a práticas e trabalhos na área.

O Prêmio tem apoio do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) e da Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (EMERJ). Os patrocinadores são a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a Multiplan e a Prefeitura do Rio.

Leia também: Vencedores do Prêmio AMAERJ de Direitos Humanos – Patrícia Acioli serão laureados em 1º de outubro
Juízes eleitorais do Rio iniciam preparação e teste das urnas
Magistrados do Rio participarão de seminário sobre crimes de gênero