quinta, 29 de outubro de 2020

Destaques da Home | 21 de agosto de 2020 14:47

TRE-RJ é um dos tribunais mais transparentes do país, aponta CNJ

Troféus entregues pelo CNJ aos tribunais mais transparentes | Foto: Romulo Serpa/Ag.CNJ

O TRE-RJ (Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro) atingiu índice de 94,74% no Ranking Nacional da Transparência do CNJ (Conselho Nacional de Justiça). A Corte conquistou o 7º lugar dentre os 92 tribunais do país. Divulgado na terça-feira (18), o estudo avalia o grau de acessibilidade ao público das informações institucionais em todo o Poder Judiciário.

“O mérito é dos servidores, que vêm lutando para ampliar a transparência das informações do tribunal, o que é fundamental numa sociedade democrática”, elogiou o presidente do TRE-RJ, desembargador Cláudio Brandão.

O levantamento é anual. O resultado confirma um avanço na série histórica do TRE-RJ. Iniciada em 2018, a medição do primeiro índice havia ficado em 59,85% e orientou as primeiras alterações em busca de melhorias. Em 2019, o patamar da Corte subiu para 77,05%.

“A série mostra que estamos no caminho certo, em evolução”, analisa a assessora especial da Presidência do TRE, Soraya Previtali. “O ranking reflete o esforço do Tribunal em oferecer aos usuários acesso fácil e transparente às informações. Sempre os quesitos em que deixamos de pontuar são submetidos a nova análise. Eles servem de ponto de partida para melhoramos continuamente”, afirmou.

Os itens sob avaliação estão distribuídos em nove temas que buscam detectar se os órgãos do Poder Judiciário publicam, por exemplo, objetivos estratégicos, metas e indicadores, o calendário e as atas das sessões plenárias, editais de licitações e contratos. Além de avaliar a performance dos tribunais em relação ao acesso e clareza das informações prestadas à sociedade, o Ranking da Transparência é também um dos critérios do Prêmio CNJ de Qualidade, que incentiva melhorias em gestão, planejamento, produtividade, organização administrativa e judiciária sob a ótica da prestação de serviços judiciais.

“Informamos orgulhosamente que o desempenho dos órgãos foi bastante positivo. Houve aumento significativo no atendimento aos itens questionados”, disse o presidente do CNJ, Dias Toffoli.

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