quarta, 15 de agosto de 2018

AMAERJ | 05 de junho de 2018 15:42

TJ cria serviço de psicologia para vara de medidas socioeducativas

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Milton Fernandes, Claudio Tavares, Marcelo Oliveira, Lúcia Glioche e Luciana Benisti | Foto: Luis Henrique

Cerca de 1.100 adolescentes que cometeram infrações e estão em liberdade assistida devem ser atendidos até o fim do ano pelo Serviço de Psicologia da Vara de Execuções de Medidas Socioeducativas da Capital (Vemse), inaugurado nesta segunda-feira (4) pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

Participaram da inauguração os desembargadores Milton Fernandes (presidente do TJ-RJ) e Claudio de Mello Tavares (corregedor-geral da Justiça), o juiz-auxiliar da Presidência do TJ Marcelo Oliveira, a juíza Lúcia Mothé Glioche (titular da Vara de Execuções de Medidas Socioeducativas) e a promotora Luciana Benisti.

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O principal objetivo do Vemse é transmitir noções de ética e moral aos menores com visitas a museus e incentivar a comunicação para que possam exprimir a experiência cultural adquirida nesses passeios.

Os adolescentes serão encaminhados pelos Centros de Referência Especializado em Assistência Social (Creas) da Prefeitura do Rio e divididos em grupos visitarão o Museu da Justiça (Centro Cultural do Poder Judiciário do TJ-RJ), o Museu Histórico Nacional e o Setor Cultural da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

A juíza Lúcia Mothe Glioche acredita que a educação é a principal via na recuperação destes adolescentes, despertando neles o sentimento de cidadania. De acordo com a magistrada, o serviço vai tornar realidade determinações judiciais que devem ser cumpridas durante a liberdade assistida, além da prestação do trabalho comunitário. Para ela, a iniciativa contribuirá para expandir o aprendizado do adolescente e para a sua formação social.

“O estudo não se restringe ao banco escolar. Muitos desses adolescentes não ultrapassam os limites das suas áreas de convivência. O serviço de psicologia vai estender o braço do Crea, responsável pelo atendimento do adolescente em liberdade assistida nessas áreas”. Segundo Lúcia Glioche, o adolescente poderá vir a ter a medida socioeducativa extinta desde que mostre um perfil de conhecimento dos valores ético e moral.

O presidente Milton Fernandes ressaltou que será um trabalho árduo e elogiou todos os envolvidos na sua execução.

Coordenado pela psicóloga do TJ-RJ Marlise Eugenie D’Icarahy, o trabalho do Serviço de Psicologia da Vara de Execuções de Medidas Socioeducativas da Capital contará com apoio dos Creas, da Alerj e da Faculdade de Fundamentos de Educação da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio).

O Serviço de Psicologia vai funcionar em uma sala do Museu da Justiça cedida pela Abaterj e pelo Departamento de Ações Pró-Sustentabilidade (Deape).

Fonte: TJ-RJ

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