sábado, 18 de novembro de 2017

AMAERJ | 26 de outubro de 2017 16:46

Revista FÓRUM: Festa em Niterói na abertura de campanha pela paz no lar

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Cerimônia contra a violência doméstica emociona a plateia

POR SERGIO TORRES

Tomado por 500 pessoas, o Teatro Popular Oscar Niemeyer (Niterói) recebeu em 21 de agosto o lançamento da campanha “Brasil pela Paz–Na Luta contra a Violência Doméstica”, organizada pela AMAERJ. O evento marcou a 8ª Semana da Justiça pela Paz em Casa, promovida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e lançada naquela mesma segunda-feira no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro.

Mais do que uma solenidade formal, o lançamento da campanha em um teatro de linhas arrojadas tão características do gênio brasileiro da arquitetura teve ares de festa, com música, circo, esporte e dança.

A AMAERJ teve apoio da Prefeitura de Niterói, da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), da ONG Associação Clarke e da Universidade do Circo Marcos Frota (Unicirco), conhecido ator que apresentou as atrações no palco.

A presidente da AMAERJ, Renata Gil, agradeceu à plateia. “Durante as reuniões, percebemos que a sociedade se mobiliza. Niterói é o primeiro município do País a trabalhar a violência doméstica fora dos tribunais. Faço um agradecimento, de todo o coração, à sociedade civil organizada de Niterói.”

A presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, não pôde ir porque as condições climáticas impediriam o pouso do avião que a traria de Brasília. Renata Gil conversou com ela por telefone, antes da cerimônia. “A ministra tinha o sonho de trazer a sociedade para o debate sobre a violência doméstica. Ela instituiu o Projeto Brasil pela Paz, em que um dos quatro eixos é o combate à violência doméstica”, disse.

Cármen Lúcia foi representada pelo juiz auxiliar da presidência do CNJ, Paulo Tamburini. “Essa é uma demonstração de como, com boa vontade, pode-se construir um país pacífico, com justiça social”, disse ele, que agradeceu a presença do presidente da AMB, Jayme de Oliveira.

Mestre de cerimônias da festa, Marcos Frota procurou definir o que ocorria naquele momento no teatro. “Um evento lindo, feito com capricho, com tanto amor”, disse. “Acima de tudo, há de haver a percepção de que, agora, mais do que máquinas e inteligência, é o momento de sabedoria e espiritualidade.”

O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves (PV), elogiou a presidente da AMAERJ e a iniciativa de promover na cidade o marco inicial da campanha pelo lar pacificado. “Renata Gil é uma das organizadoras e idealizadoras desse evento, cuja causa deve mobilizar cada um de nós.”

O escritor João Nery, pioneiro no Brasil das cirurgias de mudança de sexo, afirmou que os transgêneros deveriam ser incluídos pelos segmentos sociais do país. “Mas não somos”, lamentou, para, a seguir, desabafar sobre a carência de empregos para os optaram por mudar de gênero: “Quem dá trabalho a transexual?”, questionou.

Para Bruna Benevides, presidente do Conselho LGBT de Niterói, “a diversidade está presente em quem somos e não adianta maquiar ou esconder o debate”. “Estamos no país que mais mata trans no mundo. Ser LGBT não é uma ideologia, é identidade”, disse.

De acordo com a presidente da Comissão da OAB Mulher/Niterói, Helga Mansur, “não é amor” qualquer forma de “relacionamento que exclui de convivência familiar, dos amigos, que proíbe de trabalhar e humilha”. Ao final, o DJ Alok comandou uma festa no térreo, com vista privilegiada da Baía de Guanabara.

Veja aqui a íntegra da revista FÓRUM.

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