quinta, 06 de dezembro de 2018

AMAERJ | 06 de dezembro de 2018 17:09

Número de medidas protetivas de urgência a mulheres no RJ é o maior desde 2012

Share 'Número de medidas protetivas de urgência a mulheres no RJ é o maior desde 2012' on Delicious Share 'Número de medidas protetivas de urgência a mulheres no RJ é o maior desde 2012' on Digg Share 'Número de medidas protetivas de urgência a mulheres no RJ é o maior desde 2012' on Facebook Share 'Número de medidas protetivas de urgência a mulheres no RJ é o maior desde 2012' on Google+ Share 'Número de medidas protetivas de urgência a mulheres no RJ é o maior desde 2012' on Link-a-Gogo Share 'Número de medidas protetivas de urgência a mulheres no RJ é o maior desde 2012' on LinkedIn Share 'Número de medidas protetivas de urgência a mulheres no RJ é o maior desde 2012' on Pinterest Share 'Número de medidas protetivas de urgência a mulheres no RJ é o maior desde 2012' on reddit Share 'Número de medidas protetivas de urgência a mulheres no RJ é o maior desde 2012' on StumbleUpon Share 'Número de medidas protetivas de urgência a mulheres no RJ é o maior desde 2012' on Twitter Share 'Número de medidas protetivas de urgência a mulheres no RJ é o maior desde 2012' on Add to Bookmarks Share 'Número de medidas protetivas de urgência a mulheres no RJ é o maior desde 2012' on Email Share 'Número de medidas protetivas de urgência a mulheres no RJ é o maior desde 2012' on Print FriendlyWhatsapp

* ConJur

O número de medidas protetivas de urgência concedidas pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro em 2018 já é o maior de toda a série histórica, iniciada em 2012 pelo Observatório Judicial da Violência contra a mulher.

De janeiro a novembro deste ano, já foram registrados 21.759 casos, o que ultrapassa o recorde de 2015, quando foram anotados 21.668 registros.

Este ano também é alto o total de novas ações ajuizadas nos juizados de violência doméstica. São 111.391 casos, 1.005 a menos que o registrado em 2014, ano recorde da série.

O Observatório Judicial da Violência contra a mulher reúne todos os tipos de informações e dados sobre violência doméstica de gênero. Promove o acompanhamento estatístico do fenômeno da violência doméstica no Judiciário fluminense e desenvolve estudos sobre a evolução da violência de gênero.

Fonte: ConJur

Comentários

Deixe uma resposta

Conectado como Diego. Fazer logout?

Seja o primeiro a comentar!