sexta, 30 de novembro de 2018

AMAERJ | 02 de abril de 2018 17:56

Juíza Keyla de Cnop coordena Marcha pelo Autismo, domingo

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Neste 2 de abril, comemora-se o Dia Mundial da Conscientização do Autismo. A data marca o início da Semana de Conscientização do Autismo, que se encerra no domingo (8), com a Marcha Pelo Autismo. Com apoio da AMAERJ, a caminhada acontecerá a partir das 9h, entre os Postos 12 e 10 da Praia do Leblon.

A juíza Keyla Blank de Cnop, titular do 16º Juizado Especial Cível e membro da Turma Recursal, é uma das mães à frente da caminhada. Em 2006, Artur, hoje com 13 anos, foi diagnosticado com autismo. Desde então, o menino tem acompanhamento de uma equipe de profissionais que contribuem com seu desenvolvimento. 

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Já os pais, com apoio de outros casais pais de crianças autistas, têm atuado para conscientizar a população sobre o distúrbio neurológico que atinge 1 a cada 68 pessoas, majoritariamente os meninos. Na cidade e no Estado do Rio existem leis específicas que garantem acesso a saúde, educação e diversas outras ações para inclusão dos autistas.

“O grupo de conscientização foi criado para que as pessoas tenham informações acessíveis. Desde que começamos com as caminhadas o público tem aumentado. Ano passaram foram cerca de 5 mil pessoas e esperamos um público maior este ano”, conta a juíza.

A AMAERJ apoia a Marcha Pelo Autismo e incentiva a participação dos magistrados. “Os pais de crianças autistas já recebem muitas negativas e não têm acesso a tratamentos e educação de qualidade, na rede pública e particular. A intenção é que os pais de crianças autistas possam se aproximar dos juízes, por meio da AMAERJ, e demonstrar que eles estão dispostos a ouvir as demandas e necessidades dessas pessoas”, afirma a magistrada.

Os símbolos das campanhas de conscientização do autismo são o laço azul e o quebra-cabeças.

“Há 20 anos, o filho de uma amiga foi diagnosticado com autismo quando tinha 9 anos, nos Estados Unidos. Meu filho foi diagnosticado aos 2 anos, no Brasil. Já temos ações por todo o país para inclusão dessas crianças. Isso demonstra evolução e melhoria, mas ainda há muito a ser feito”, diz. 

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