quinta, 06 de dezembro de 2018

AMAERJ | 06 de dezembro de 2018 16:06

‘As pessoas têm que ser tratadas com dignidade’, diz vice da AMAERJ sobre seminário

Share '‘As pessoas têm que ser tratadas com dignidade’, diz vice da AMAERJ sobre seminário' on Delicious Share '‘As pessoas têm que ser tratadas com dignidade’, diz vice da AMAERJ sobre seminário' on Digg Share '‘As pessoas têm que ser tratadas com dignidade’, diz vice da AMAERJ sobre seminário' on Facebook Share '‘As pessoas têm que ser tratadas com dignidade’, diz vice da AMAERJ sobre seminário' on Google+ Share '‘As pessoas têm que ser tratadas com dignidade’, diz vice da AMAERJ sobre seminário' on Link-a-Gogo Share '‘As pessoas têm que ser tratadas com dignidade’, diz vice da AMAERJ sobre seminário' on LinkedIn Share '‘As pessoas têm que ser tratadas com dignidade’, diz vice da AMAERJ sobre seminário' on Pinterest Share '‘As pessoas têm que ser tratadas com dignidade’, diz vice da AMAERJ sobre seminário' on reddit Share '‘As pessoas têm que ser tratadas com dignidade’, diz vice da AMAERJ sobre seminário' on StumbleUpon Share '‘As pessoas têm que ser tratadas com dignidade’, diz vice da AMAERJ sobre seminário' on Twitter Share '‘As pessoas têm que ser tratadas com dignidade’, diz vice da AMAERJ sobre seminário' on Add to Bookmarks Share '‘As pessoas têm que ser tratadas com dignidade’, diz vice da AMAERJ sobre seminário' on Email Share '‘As pessoas têm que ser tratadas com dignidade’, diz vice da AMAERJ sobre seminário' on Print FriendlyWhatsapp

Mesa de abertura do seminário | Foto: Divulgação/ EMERJ

O “Seminário Internacional Gênero e Direito – Desafios para a Despatriarcalização do Sistema de Justiça na América Latina”, realizado pela Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (EMERJ), foi aberto nesta quinta-feira (6), com a participação de especialistas nacionais e estrangeiros. O 1º vice-presidente da AMAERJ, desembargador André Gustavo de Andrade, representou a presidente Renata Gil. Ele disse que “as pessoas têm que ser tratadas com dignidade”.

“As pessoas têm que ser tratadas com igualdade, respeito e, principalmente, dignidade. Isso é o que todos buscam, mas ainda assim não é reconhecida de forma universal. Ainda há problemas a superar em vários países, inclusive no Brasil. Somos uma democracia jovem, em que os direitos fundamentais estão sendo implementados. Por isso, precisamos de debates sérios em espaços como esse, e o Poder Judiciário tem papel fundamental nisso”, disse o vice-presidente da Associação.

Leia também: Campeonato Nacional de Futebol no Rio bate recorde de participantes
EMERJ celebra 30º aniversário com entrega de medalhas
EMERJ homenageia o desembargador Cláudio Vianna de Lima, seu primeiro diretor

O seminário foi aberto pelo concerto da Orquestra Maré do Amanhã. O diretor-geral da Escola, desembargador Ricardo Rodrigues Cardozo, falou abordou o tema principal (despatriarcalização do sistema de Justiça) em seu discurso e falou sobre a mudança vista na sociedade. “O patriarcado é um sistema social cruel, que privilegia um único homem em detrimento dos demais componentes do núcleo familiar. (…) Felizmente, hoje, há avanços nítidos. As bases legais e materiais do sistema patriarcal estão em visível declínio”, disse ele.

A juíza Adriana Mello, presidente do Fórum Permanente de Violência Doméstica, Familiar e de Gênero da EMERJ, mencionou dados sobre a violência contra mulheres e meninas no Brasil e na América Latina e destacou a relevância da discussão pelo Judiciário. “O objetivo deste evento é discutir o patriarcado dentro do sistema de Justiça. É muito importante que esta Casa receba este evento, e o nome não é à toa. Sabemos que muitas decisões reforçam os estereótipos de gênero, e essas decisões judiciais, ao invés de proteger as mulheres, acabam as colocando em um lugar de inferioridade e subalternidade, a sociedade ainda é patriarcal”, comentou ela.

A conselheira do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), Daldice Santana, recordou o trecho do preâmbulo da Constituição Federal em que são citados os valores para obter “uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos”, e o artigo 5º – que estabelece a igualdade entre homens e mulheres. Ela também lembrou de uma das metas do Judiciário para 2019, de julgar mais casos de feminicídio e violência doméstica. “Não podemos desistir desta causa. Temos que lutar contra o preconceito”, disse a conselheira.

*Com informações da EMERJ

Juíza Adriana Mello com as conferencistas | Foto: Rosane Naylor/ EMERJ

Magistrados que integraram a mesa de abertura do seminário | Foto: Rosane Naylor/ EMERJ

Comentários

Deixe uma resposta

Conectado como Diego. Fazer logout?

Seja o primeiro a comentar!