terça, 19 de junho de 2018

AMAERJ | 08 de junho de 2018 12:54

AMB encerra pesquisa sobre magistratura em 30 de junho

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Ministros, magistrados e pesquisadores se reuniram nesta quinta-feira (7) | FOTO: AMB

Magistrados de todo o país têm até 30 de junho para responder à pesquisa da AMB “Quem somos? A magistratura que queremos”. Com perguntas sobre o cenário atual do Judiciário, são necessários de 30 a 40 minutos para responder ao levantamento. Os dados são sigilosos. A pesquisa será usada pela AMB para traçar o perfil da magistratura brasileira e as diretrizes para o Judiciário.

O link foi encaminhado para o e-mail funcional dos juízes e desembargadores de todo o Brasil no fim de maio, durante o 23º Congresso Brasileiro de Magistrados. O acesso é individualizado, o que garante que o questionário pode ser respondido a partir de qualquer dispositivo (tablet, celular etc.). O magistrado pode pausar ao responder, bastando acessar o link novamente para terminar a participação. Após o envio das respostas, aquele link específico deixa de ser funcional e não poderá ser utilizado novamente.

O link também será disponibilizado no site da AMB. Nesse caso, o magistrado terá que preencher o questionário de uma única vez, sem interrupções. 

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Evolução

Os ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Luis Felipe Salomão e Antonio Saldanha Palheiro; o presidente da AMB, Jayme de Oliveira; a pesquisadora Maria Alice Rezende de Carvalho, e os magistrados Marcia Correia Hollanda (TJ-RJ) e Márcio Boscaro (TJ-SP) se reuniram nesta quinta-feira (7) para debater o tema.

Esta é a segunda vez que uma pesquisa deste porte é realizada. A primeira edição foi feita há 21 anos pelos professores e pesquisadores Luiz Jorge Werneck Vianna e Maria Alice Rezende de Carvalho, da PUC-Rio, que seguem à frente do levantamento. O ministro do STJ Luis Felipe Salomão e a presidente da AMAERJ e vice-presidente Institucional da AMB, Renata Gil, coordenam a nova pesquisa.

“Essa é uma oportunidade para o magistrado participar do processo de criação de novas diretrizes para o Poder Judiciário”, explicou Renata Gil.

Para o ministro Salomão, a iniciativa é “vital para que a magistratura possa se conhecer, idealizar seus próximos passos e verificar quais foram os erros do passado. Ela é muito importante para nos identificar, saber como somos, o que pensamos e como podemos dar os próximos passos”.

O ministro do STJ Antonio Saldanha destacou a necessidade de atualização dos dados. “Tudo que for direcionado à melhoria da situação da Magistratura como instituição e do magistrado como pessoa é fundamental. Precisamos ter elementos que vão informar as medidas de gestão que devem ser tomadas; sem isso trabalhamos no abstrato”, disse.

“Pesquisas científicas ajudam a direcionar a atuação da entidade. Daí a importância de que todos respondam e ajudem a construir o futuro da magistratura”, afirmou o presidente da AMB, Jayme de Oliveira.

Com os dados em mãos, os pesquisadores farão uma comparação entre a magistratura atual e aquela de 1997. Com aproximadamente 4 mil questionários respondidos por juízes na primeira versão, o professor Werneck Viana organizou o trabalho “Corpo e Alma da Magistratura Brasileira”. Quando o livro foi publicado, Werneck Viana pôde comparar o Judiciário daquela época, com o perfil anterior, de 1970.

O questionário é voltado para as condições de trabalho e de vida. Há algumas questões que tem vínculo com o questionário anterior, porque é importante termos a noção de como evoluiu a demografia da categoria ao longo desses 20 anos”, explicou a professora Maria Alice.

Com informações da AMB

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